| História FRC |
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Apesar de algumas gerações de alunos da FEA-USP terem se organizado antes para jogar partidas esporádicas de Rugby, consideramos que a prática do rugby na faculdade teve início somente no ano de 1996, quando o esporte foi incluído na lista dos que participam do INTERUSP, a maior competição esportiva da comunidade uspiana. No ano seguinte, a geração de atletas, tais como PKTO, TC, Matador e Batata, conseguiu montar a infra-estrutura básica necessária para iniciar de forma consistente os treinos em 1998. Desde então, o rugby vem crescendo dentro da FEA-USP, crescimento este que é o resultado da dedicação dos atletas ao longo destes anos. Hoje em dia trata-se da modalidade com o maior número de atletas participantes na Faculdade (mais de 30 jogadores regulares). Buscando constantemente a evolução técnica, a equipe de 2000 passou a competir em alguns torneios contra equipes tradicionais de fora do meio universitário como Pasteur Athletique Club, Rio Branco Rugby Clube, São José Rugby Clube, Alphaville Rugby Club e outras. Disputando partidas contra jogadores experientes, diversos deles com passagens pela Seleção Brasileira, o FEA-Rugby reafirmou sua disposição no sentido do constante aprimoramento técnico. Foram essenciais nesta fase os Srs. Zé, Summa, Tony, Leozão, Marcelão, entre outros. Em 2007 foi iniciado um movimento para alterar o horário em que eram realizados os treinos para que todos pudessem participar dos exercícios, independentemente de estarem trabalhando ou estudando. Como a alteração do horário para depois do término das aulas do período noturno implicaria em treinar num campo alugado, foi iniciada a primeira etapa no sentido de formar, finalmente, o FEA-Rugby Clube. O grupo resolveu dar este importante passo, porque entendeu que estaria prestes a atingir massa crítica (em número de atletas e ex-atletas) para formar um clube de rugby próprio, onde todos (calouros, veteranos, alunos e ex-alunos) teriam a oportunidade de aprimorar e praticar o esporte que aprenderam a jogar durante os anos de USP, com uma vantagem que nenhum outro clube de rugby conseguia propiciar: teria os seus próprios valores, costumes, tradições, histórias, etc. e manteriam-se vivos os fortes laços de amizade que foram desenvolvidos nos dez primeiros anos de história do time.

